Projeto Aprovado Lei de Incentivo MG

Obtivemos êxito no edital da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, agora esperamos os próximos passos da Secretaria para obtermos condições de captação.

 

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Lapinha da Serra – Santana do Riacho MG

No dia primeiro de outubro estivemos na Lapinha da Serra, apresentando nosso teatro de Mamulengo para a comunidade local. Foi muito bom apresentar neste vilarejo, uma vez que o Teatro Popular de Bonecos do Nordeste surgiu justamente em apresentações em sítios, quilombos e ranchos das pequenas populações nordestinas.

Itapecerica MG – Festival de Inverno

Estivemos na programação do Festival de Inverno de Itapecerica, apresentando no domingo pela manhã, dia 23 de julho/17. Pudemos apresentar tipos como Caroca e Catirina, Simão, Coronel Mané Pacaru e Quitéria, Janeiro, Zangô, Bambú, Chica do Fubá, Cobra Chibana, a Velha e o Pássaro entre outros. A função foi vista pelo público de moradores e turistas que estavam na cidade prestigiando o Festival.

Raposa, a astuta

A raposa figura mutas histórias, desde tempo imemoriáveis. Fábulas de Esopo ou La Fontaine traz este animal como um bicho esperto, sempre tentando se dar bem sobre os outros.

No Brasil podemos encontrar histórias da raposa em pesquisas de Couto de Magalhães, Sílvio Romero entre outros folcloristas. dentro do que chamam história do velho Mundo.

Contracena fortemente com o jabuti, ou cágado, a onça e o veado. Pode entrar em diversos contos e enriquecer o fabulário de causos da nossa cultura popular. Agora dentro do nosso teatro popular de bonecos.

Padre, Janeiro, Quitérias e Puliças

O Mamulengo trabalha com arquétipos sociais, tanto do lado mais fraco, como o retirante, o lavrador, como do lado mais forte através do coronel, represetando o poder político e financeiro, mas também com outros poderes como o poder reiligioso com o padre e o poder militar com o Cabo Setenta e o Inspetor Peinha.

Aqui o ápice se dá na inversão social onde o pobre sempre se sobressai ao rico ou poderoso. Muito diferente da vida real onde o fraco não tem vez. As quitérias chegam para fazer a poesia visual, ilustrando a música com seu bailado, estão no contexto dos bonecos chamados “bonecos de samba”.

Ao final do espetáculo, as quitérias vêm para frente do palco e dançam rodando na mão dos manipuladores que ficam expostos aos olhos da platéia, isto é tradição da mata norte pernambucana.

Janeiro Vai Janeiro Vem tem um pescoço enorme e traz uma estrutura completa com música, drama e loa, faltando somente o seu par, pois os bonecos normalmente trazem suas entradas aos pares ou trios.

 

 

Formando Jovens

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No trabalho realizado, incluímos 3 jovens, dois na parte musical (triângulo e ganzá) e um como folgazão ajudando dentro da barraca. Rafael, Wellington e Ryan puderem vivenciar de perto toda magia e riqueza deste teatro da roça. Destaque para a cena do padre que chega para ajudar a deixar o drama mais engraçado e cheio de polêmicas.